Não seria exagero antecipar que Black Eyed Peas será a banda de maior sucesso nesse ano de 2009.
Banda já consagrada com os álbuns Elephunk (2003) e Monkey Business (2005), eles estão retornando de um "descanso" de quase 4 anos anos para lançar um novo cd, que está chegando às lojas essa semana.
Além da curiosidade natural em torno do novo trabalho - que apresenta uma sonoridade menos hip hop e mais voltada ao eletrônico - o B.E.P. já alcançou sucesso mundial com o primeiro single, chamado Boom Boom Pow. A música é TÃO fora dos padrões que acabou conquistando o povão, pra surpresa de muita gente.
Boom Boom Pow já soma nove semanas consecutivas em #1 nos EUA, além de já ter alcançado o #1 em outros países também. E o single digital está vendendo feito água no deserto. É uma prova mais do que clara que o grupo está voltando com toda força.
E falando em "força", não é por menos que o novo trabalho se chama The Energy Never Dies (A Energia Nunca Morre) - ou, numa sacada bem esperta e dúbia, simplesmente The E.N.D.
Se o título sugere que este seria o último trabalho da banda, não há nada que possa confirmar tal especulação. Mas com o sucesso que a banda vem obtendo com essa volta, o Black Eyed Peas só termina se os integrantes assim quiserem.
NOVO SINGLE
Depois do sucesso de Boom Boom Pow (que virou até tema da paródia da Susan Boyle, no programa Pânico na TV heeheh), a música de trabalho da vez é I Gotta Feeling.
O novo single é uma mistura de eletrônico e pop, mostrando bem o novo caminho que o grupo está trilhando.
O clipe (ótimo, por sinal), você confere logo abaixo:
Como bom ouvinte de música, um dos meus passatempos favoritos na internet é procurar bandas e artistas novos. E numa dessas buscas, acabei me deparando com um verdadeiro achado: a banda de rock canadense Theory of a Deadman.
O nome da banda, confesso, não é muito convidativo (por isso demorei tanto pra conhecer o trabalho deles). Mas o grupo faz um som MUITO maneiro, especialmente pra quem curte um rock no estilo de 3 Doors Down, Nickelback, Shinedown, Daughtry etc.
A banda lançou o seu terceiro álbum, Scars & Souvenirs, no ano passado e vem fazendo um certo barulho no cenário rock dos EUA... o engraçado é que eles são canadenses e fazem mais sucesso na terra do Tio Sam do que na terra-natal heheheh
CLIPES
1 - Not Meant To Be
Essa foi a música que me fez chegar até a banda. Uma balada muito bacana, com um refrão que gruda rápido na cabeça. O clipe ainda conta com a participação da Kara Dioguardi, a nova jurada do American Idol.
2 - All or Nothing
Outra música viciante e de altíssima qualidade. Poderia ser facilmente confundida com algo do Nickelback... talvez seja o jeito canadense de se fazer rock heueheue
3 - Bad Girlfriend
Uma das agitadas do último cd... uma ótima prova de que o grupo manda bem tanto com as lentinhas quanto as pesadas (e o clipe é bem interessante de se ver =D )
4 - Hate My Life
O título leva a crer que é uma daquelas músicas emo-depressivas... Mas a letra está mais pra um desabafo bem humorado (e a melodia é ótima!)
Recomendo MUITO baixar o álbum completo deles. Além dos singles, existem outras faixas excelentes! E o cd é bem fácil de achar via torrent ou pelo google mesmo... Vale muito a pena =D
Às vezes eu esqueço que tenho blog e fico dias sem postar por aqui... hauhaua
Mas não se preocupem: eu posso até me ausentar uns dias, mas nunca vou sumir completamente... sou permanente aqui =D
E falando em "permanecer"... Vou postar um vídeo do David Cook cantando Permanent na grande final do American Idol 2009, que rolou nessa última semana.
Como já é tradição do programa, o vencedor anterior sempre comparece ao evento para passar o título ao novo ídolo americano.
No caso do Cook, ele optou por cantar uma música que faz parte do álbum dele e que foi escrita em homenagem ao irmão mais velho, que lutava contra um câncer cerebral e veio a falecer recentemente.
Se Permanent já é uma canção bonita por si só (pela mensagem que passa), dentro desse contexto a música ficou ainda mais emocionante...
"Você achará que está totalmente sozinho Quando não houver ninguém para segurar sua mão? Quando tudo que você conhece parece estar tão longe E tudo é temporário, fique tranqüilo Eu sou permanente"
ATENÇÃO:Esse post é inteiramente saudosista da década de 90 hauahauaha
Todo mundo conhece o Radiohead como um grupo de rock BEM alternativo, que sempre procura inovar e testar novos sons. Mas a banda já foi um pouco mais "comercial" que hoje em dia, fazendo músicas mais fáceis de tocar nas rádios.
Em meados da década passada, o grupo inglês explodiu com músicas que fizeram a alegria do "povão" do rock, como High And Dry, Creep e, principalmente, Fake Plastic Trees.
Aqui no Brasil, Fake Plastic Trees fez um sucesso ABSURDO, graças, em parte, pelo fato da canção ser "a música do Carlinhos"...
Mas aí você se pergunta: quem diabos é Carlinhos?? hauahaua
Bom, Carlinhos era personagem de um comercial que teve grande repercussão nos anos 90. A mensagem da propaganda (acompanhada de Fake Plastic Trees como trilha) era tão emocionante, que era quase impossível não se envolver com a historinha e a música do Radiohead.
Pra quem é novo demais pra lembrar ou pra quem desejar matar a saudade desse comercial histórico, catei ele no youtube:
Radiohead sempre teve visibilidade aqui no Brasil, mas esse comercial deixou Fake Plastic Trees marcada na memória das pessoas...
De quebra, eu volto do túnel do tempo e posto, também, um vídeo da banda tocando essa música em 2009, no show que eles fizeram recentemente aqui no Brasil, em março passado:
Finalmente! Depois de passarem alguns meses trabalhando a música Get On Your Boots (que, particularmente, eu demorei a engolir), a banda de rock U2 está lançando um novo single do seu último álbum.
A música escolhida foi Magnificent - justamente a minha favorita desse novo cd \o/
Essa música é muito perfeita, desde a melodia até a letra... Na primeira vez em que escutei, eu pensei "essa música já vale por todo o álbum! o resto é lucro" =D
Com uma sonoridade típica do U2 (lembra alguns trabalhos antigos do grupo irlandês), Magnificent já nasceu destinada a ser um clássico da banda... E o refrão contagiante promete ecoar pelos shows da turnê mundial "U2 360º", marcada para ter início no final de junho.
O clipe saiu recentemente e já se encontra no youtube. Entretanto, vou postar por aqui uma apresentação ao vivo, que eu particularmente achei magnífica (hahaha, eu precisava fazer a piada infame heheh).
"Só o amor, só o amor pode deixar tal marca Mas só o amor, só o amor pode curar tal cicatriz"
Até um tempo atrás, eu tinha uma certa implicância com a Duffy (pra não dizer preconceito). Lançada no começo de 2008, essa cantora nascida no País de Gales me soava como uma jogada oportunista da gravadora dela.
Tendo surgido 1 ano após a explosão mundial da Amy Winehouse, ela parecia uma espécie de cantora pré-fabricada; um produto manipulado para aproveitar a onda de sucesso da Amy (e do estilo retrô que havia ganhado força com a Winehouse).
Por causa disso, eu passei um bom tempo conhecendo apenas Mercy - uma música que eu acho que todos conhecem hehehe. Embora seja muito bacana, Mercy não me fazia procurar o resto do trabalho da cantora.
Mas o tempo passa. E a percepção muda.
Recentemente, me deparei com o clipe de Warwick Avenue - outro single da Duffy - e a música acertou em cheio o meu ouvido! Achei a canção tão boa que, depois de tanto tempo, resolvi baixar o álbum inteiro e dar uma chance à coitada.
E, para minha surpresa, Rockferry (2008) me agradou bastante. Agradou ao ponto deu exclamar "por que eu não escutei isso antes?" hauahauahua.
De parecido com a Amy Winehouse, somente a idéia de misturar uma sonoridade retrô com algo moderno. As semelhanças acabam por ae. Enquanto a Amy segue uma linha mais jazz, a Duffy segue uma linha mais pop. E enquanto a Amy tem um estilo mais "porra louca", a Duffy tem um estilo mais feminino.
Normalmente eu prefiro escutar vocais masculinos e bandas, mas o timbre peculiar da Duffy me conquistou =D
Aliás, não só a mim: Rockferry foi o cd mais vendido no UK em 2008 e, até o momento, já vendeu mais de 5 milhões de cópias ao redor do mundo.
Recentemente, o trabalho ganhou o prêmio de Melhor Álbum Pop no Grammy 2009 (curiosamente, a Winehouse ganhou esse mesmo prêmio ano passado hauahauhau).
Vencido o preconceito contra a cantora, agora Duffy já tá na minha lista pessoal de cantoras favoritas =D
OS SINGLES
1 - Mercy
Tecnicamente, o primeiro single foi a música-título Rockferry. Mas a canção fez tão pouco barulho que eu nem vou mencioná-la aqui hehehe
O sucesso da Duffy se iniciou mesmo com Mercy, que ficou estourada em 2008. Bem animada, a música pegou #1 no UK e foi a forma ideal de apresentar a cantora ao mundo. Na dúvida entre colocar o clipe americano ou o clipe europeu, optei por um live bem maneiro:
2 - Warwick Avenue
Vindo logo após o sucesso de Mercy, essa balada não fez feio e pegou #3 no UK. É a minha favorita do álbum e uma das canções mais bonitas que já ouvi. Como o clipe é meio paradão (apesar de bonito), vou colocar um live também:
3 - Stepping Stone
Uma outra balada bem bonita do cd. Não teve o mesmo impacto de Warwick Avenue, mas é tão boa quanto. Bem, eu desisti de vez dos clipes e vou postar outro live hahaha:
4 - Rain On Your Parade
No final do ano passado, o Rockferry foi relançado numa versão Deluxe, recheado de novas faixas (aliás, o álbum acabou virando duplo). Pra comemorar o relançamento, Rain on your Parade - uma das novas músicas - virou single. Só pra manter a lógica do post, ae vai mais um live:
Recomendo muito esse álbum para quem ainda não ouviu. Ele é bem redondo, sem ficar cansativo ou monótono. E algumas faixas (Serious, Distant Dreamer, Fool For You e Stop, pra citar algumas) são tão boas ou até melhores que os singles.
Bon Jovi é uma das bandas de rock mais famosas da mundo. Acho até desnecessário me aprofundar nela, pois todo mundo deve conhecer pelo menos um dos inúmeros sucessos do grupo.
Mas uma coisa que alguns talvez não conheçam - ou não se lembrem - é a carreira solo do vocalista Jon Bon Jovi, que rolou no final da década de 90.
Pros que eram muito novos para lembrar - ou para os desmemoriados: Em 1997, o frontman do Bon Jovi deu um tempo na banda e resolveu se dedicar a projetos pessoais. Lançou um álbum solo, chamado Destination Anywhere, que fez grande sucesso, especialmente na Europa.
Aqui no Brasil, os clipes dos singles rodaram e MUITO na MTV Brasil. Além disso, Jon veio ao nosso país divulgar o trabalho, chegando a ir, inclusive, ao finado Programa Livre, o programa que o Serginho Groisman comandava no SBT antes de ir pra Globo (saudade dessa época hauhahauhaua)
Eu sempre gostei dessa fase do Jon Bon Jovi, mas ela estava meio esquecida na minha mente. Esses dias que resolvi ir atrás do álbum. E ele é bem interessante (tem uma sonoridade bem diferente das músicas da banda Bon Jovi, o que justifica essa empreitada solo do Jon).
Aproveitando essa viagem ao túnel do tempo, me empolguei e resolvi postar todos os clipes dessa fase, pro povo rememorar ou descobrir, dependendo do caso. =D
1º single - Midnight In Chelsea
Se Blaze of Glory é a música-solo mais famosa do Jon nos EUA, Midnight In Chelsea é a mais famosa dele na Europa. Essa balada (que eu também chamo de "a música do sha la la la" heheheh) chegou ao #4 nas paradas do UK. Esse vídeo passou na MTV Brasil até não poder mais.
2º single - Queen Of New Orleans
Apesar de ser mais agitada, essa música difere bastante do estilo habitual da banda Bon Jovi. Uma música bem cool, onde o Jon canta de uma forma um pouco diferente do que a gente tá acostumado. Ah, e a rainha no clipe é uma stripper =D
3º single - Janie, Don't Take Your Love To Town
Essa é a minha favorita do álbum! Uma balada bem melódica, com um refrão contagiante e uma letra bem romântica... Dá até vontade de encontrar uma Janie, brigar com ela e cantar essa música pra fazer as pazes hauahauahau.
Ah, vale lembrar também que esse álbum-solo deu fruto a um curta-metragem de mesmo nome, com uma duração de 45 min.
O filme é baseado nas letras e no estilo das canções do cd. Além do Jon Bon Jovi como protagonista - ele é ator nas horas vagas - o trabalho também é estrelado por Demi Moore, Kevin Bacon e Whoopi Goldberg.
Algumas cenas do curta podem ser vistas no clipe de Janie... e de Ugly.
Nunca cheguei a assistir ao filme, mas a curiosidade tá falando mais alto e acho que vou caça-lo em algum canto da internet heheheh.
Vencedor da última edição do American Idol - programa que está sempre à procura de novos talentos musicais - David Cook foi lançado recentemente aqui no Brasil.
Pra quem não o conhece ainda: Cook marcou a história do reality show ao se tornar o primeiro candidato roqueiro a vencer a competição - antes dele, alguns haviam tentado, mas morreram na praia (apesar do Chris Daughtry ter formado uma banda de rock depois do programa e feito bastante sucesso lá nos States).
O primeiro álbum foi lançado em novembro passado nos EUA e já ultrapassou a marca de 1 milhão de cópias vendidas (um feito impressionante, ainda mais considerando como as vendas de álbum estão caindo no mundo todo).
No Brasil, o cd chegou no finalzinho de março nas lojas. As vendas provavelmente serão BEM mais tímidas por aqui... mas esse é um dos problemas da invasão da pirataria =/
Mas só o fato dele já estar sendo lançado aqui - e em tão pouco tempo - já é uma notícia boa =)
Tendo se destacado no American Idol como um músico "pronto pra gravar", Cook não fez feio e produziu um álbum muito interessante, recheado de rock ballads e algumas mais agitadas para balancear o resultado final.
Junto com Kelly Clarkson e Chris Daughtry, David Cook é um dos cantores revelados pelo American Idol que eu mais curto.
Pra falar a verdade, nunca pensei que o programa fosse coroar um roqueiro algum dia, mas Cook driblou o favoritismo dos seus concorrentes e conquistou o público americano. =D
Esse mês, Cook tá lançando um novo single, chamado Come Back To Me. O player do clipe eu não posso colocar aqui, porque o Youtube não deixa (¬¬). Mas ae vão alguns screencaps do vídeo... e CLIQUE AQUI para assistir ao vídeo no Youtube.
Acredito que Justin Timberlake dispensa maiores apresentações: o cara surgiu como membro do N'Sync (é assim que se escreve? hahahah); Partiu pra carreira solo quando a era das boy bands entrou em declínio; Alcançou sucesso mundial com o seu segundo cd solo, produzido pelo Timbaland.
Justin conquistou seu espaço como artista solo graças ao Futuresex/Lovesounds, ótimo álbum que deu origem a 6 singles, que tocaram durante 2006 e 2007. Passada a fase de trabalho em cima do cd, era de se esperar que o cantor fosse sumir um pouco do cenário musical.
Mas pra não perder seu espaço - e não ficar "ultrapassado" ou "esquecido" - Justin adotou o lema da onipresença: aparecer em tudo quanto é canto (no trabalho dos outros =D).
E foi assim que ele começou uma onda de parcerias com outros cantores. Da lista, destacam-se:
- Um trieto (?) com Timbaland e Nelly Furtado em Give It To Me; - Uma parceria com o rapper 50 Cent em Ayo Technology; - Dueto com a Madonna no hit 4 Minutes; - E par romântico da Rihanna no clipe de Rehab, música escrita por ele;
Em 2009, Justin continua sua meta de colaborações. Atualmente, ele pode ser encontrado em 2 novas músicas: Dead And Gone (do Rapper T.I.) e Love Sex Magic (da cantora Ciara).
Em Dead And Gone, Justin se destaca por ficar a cargo do refrão, enquanto o T.I. cuida dos versos. Já em Love Sex Magic, o cantor fica mais como "participação especial" mesmo, mas não deixa de imprimir seu estilo à música da Ciara (até porque ele ajudou a compor heheh).
Os clipes, você confere ae embaixo:
Dead and Gone (performance no Grammy 2009 - melhor que o clipe) =D
Love Sex Magic (clipe oficial)
Particularmente, eu acho uma boa sacada essa onipresença do Justin. Enquanto o álbum novo não sai, ele segura sua "cadeira" no mercado fonográfico e não se torna coisa do passado.
Eu só espero que ele suma por uns meses quando o novo álbum estiver pra sair... Afinal, onipresença demais pode causar desgaste de imagem...
Acho que todo mundo conhece aquela sensação de ficar com uma música grudada na cabeça.
Não importa se ela é boa ou ruim - geralmente é ruim hahaha - mas ela fica martelando na sua cabeça e você não consegue esquecer, por mais que tente.
Atualmente, a música que vem ecoando na minha mente é Blame It, do ator/cantor Jamie Foxx, com participação do rapper T-Pain. Pra ser justo, a música tá longe de ser ruim, mas também não é nenhum primor (especialmente a letra =D)
A batida viciante, o refrão que diverte ("blame it on the a-a-a-alcohol") e o uso do auto tune (que deixa a voz meio robotizada) são o suficiente pra tornar a canção marcante.
E a música dá vontade de dançar hauahauhua.
O clipe, por sua vez, deixa a música ainda mais memorável. Passado numa boate - um velho clichê do hip hop, mas fazer o quê? - o vídeo se destaca pela direção do Hype Williams (mestre em videoclipes) e pelas participações especiais.
Jamie aproveitou seu status como ator de Hollywood pra convidar alguns colegas de profissão, como o ator Jake Gyllenhaal, o oscarizado Forest Whitaker, o diretor Ron Howard e o sempre cool Samuel L. Jackson. E olha que eu to citando só os mais relevantes.
Durante o clipe, dá pra notar muita gente ainda, não so do meio do cinema, como também do cenário musical americano.
Se Jamie Foxx põe a culpa ("Blame it", sacou? =P) no álcool, eu ponho a culpa no Jamie Foxx por ter enfiado outra música grudenta na minha cabeça huahuahau.
Se na profissão ela é um ítem mais que obrigatório (pelo menos na minha HAHAHA), aqui a gente dispensa a gravata e fica mais à vontade pra falar sobre música, cinema e, claro, qualquer assunto que vier na telha.